Casamento, 15 anos e festa de família em Miami, Fort Lauderdale, Pompano, Boca e Palm Beach — com DJ que entende a pista dos dois lados.
Quase todo casamento brasileiro aqui tem os dois públicos: a família que veio do Brasil ou mora aqui há anos, e os amigos americanos do trabalho e da faculdade. Muita festa erra isso — ou vira festa brasileira e metade dos convidados senta, ou vira festa americana e a família reclama que não tocou nada.
O trabalho é não deixar nenhum dos dois sentar. Isso não se resolve com playlist. Se resolve lendo a pista, sabendo a hora exata de virar o sertanejo em house, de soltar um pagode quando a família se junta, de segurar o funk até o momento certo da noite.
Som de cerimônia com microfone sem fio para os votos e o celebrante. Música no coquetel. A festa. Iluminação de pista e uplighting nas paredes. Painel de LED se quiser o telão com fotos ou o nome do casal. Palco quando tem banda ou banda ao vivo junto com o DJ.
Tudo isso sai da mesma equipe, no mesmo contrato. Não tem um fornecedor de som culpando o de luz quando algo atrasa — é uma equipe só e um responsável só.

Sim, e é a maior parte do que fazemos. A pista mista é exatamente o trabalho.
Os dois. Som de cerimônia com microfone sem fio para os votos, música no coquetel e a festa depois — mesma equipe, um contrato só.
Depende do tamanho, das horas e se entra produção de som e luz. Manda a data pelo formulário que devolvemos um orçamento fechado, sem taxa surpresa depois.
Sábado de alta temporada sai com seis a doze meses. Fora disso costuma ter espaço com menos tempo — vale perguntar mesmo em cima da hora.
Sim. Português, inglês e espanhol, do primeiro contato até o dia.